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Defesa de Médicos · Sindicância e Processo Ético-Profissional · CRM · CFM

Uma denúncia no CRM pode ameaçar a carreira que você levou a vida para construir.

A defesa técnica, conduzida em todas as fases, da sindicância ao processo ético-profissional, protege o seu registro, o seu nome e a continuidade da sua profissão. Especialistas em Direito Médico, com perspectiva clínica, atuando em todo o Brasil.

São Paulo·Brasília·Atuação nacional·Atendimento sigiloso
I — O que está em jogo

No processo ético-profissional, a sanção não fica nos autos.

Ela alcança o registro, o nome e a confiança que sustentam toda a sua atividade. Por isso a defesa não trata de um caso isolado: trata da continuidade da sua profissão.

i.

O registro

Da advertência à suspensão do exercício e, nos casos mais graves, à cassação. É a sua habilitação para exercer a medicina que está sob exame.

ii.

O nome

A reputação construída perante pacientes, colegas e instituições, ao longo de anos, e que um processo mal conduzido pode comprometer.

iii.

A continuidade

Credenciamentos, vínculos, plantões e contratos que dependem da sua regularidade ética perante o Conselho.

iv.

O tempo

Os prazos de defesa começam a correr a partir da intimação. Cada dia de espera reduz as opções de quem vai defendê-lo.

II — Da sindicância ao julgamento

O processo tem duas fases. A defesa precisa começar na primeira.

Antes de existir um processo ético-profissional, existe a sindicância. É nela que o caso ganha forma, e onde a defesa técnica pode mudar o rumo de tudo o que vem depois.

Fase 01 · Apuração

A sindicância

A apuração preliminar conduzida pelo CRM a partir de uma denúncia. Investiga os fatos e decide se há indícios para instaurar o processo. Muitos médicos a tratam como simples formalidade e respondem sozinhos, sem dimensionar o risco. É justamente aqui que uma defesa técnica bem conduzida pode evitar que o caso evolua para um processo ético-profissional.

Fase 02 · Processo

O processo ético-profissional

Instaurado o PEP, seguem-se as fases de defesa, instrução e julgamento perante o Conselho, com possibilidade de recurso ao CFM. As penalidades vão da advertência à cassação do registro. Cada etapa tem prazos próprios e exige defesa especializada, construída sobre o que foi (ou não foi) feito ainda na sindicância.

A defesa técnica é mais forte quanto mais cedo começa. Mas, da sindicância ao recurso ao CFM, uma defesa especializada pode mudar o desfecho em qualquer fase.

O risco jurídico não nasce no Direito. Nasce na prática médica.

A Doutrina Porto & Carvalho

Quando a intimação chega, o risco já percorreu um longo caminho. Começou numa decisão tomada sob pressão, numa documentação que não capturou tudo o que foi feito, numa expectativa que o Direito será chamado a julgar depois.

Defender um médico não é discutir apenas o que está nos autos. É reconstruir, com fidelidade, o que aconteceu antes deles, na sala, na decisão, na rotina clínica. É essa leitura que muda um desfecho, e ela exige quem conheça a medicina por dentro.

III — Os sócios

Duas leituras do mesmo risco.

Uma jurídica. Uma clínica. Não em etapas sucessivas, mas integradas desde o primeiro olhar sobre o caso, num só serviço.

Tomaz Porto, advogado sócio especialista em Direito Médico
Perspectiva jurídica

Tomaz Porto

Sócio · Advogado
Especialista em Direito Médico · OAB/SP 261.826

Constrói a estratégia e a tese de defesa. Traduz a complexidade do caso em proteção concreta do registro, do nome e da carreira.

Everton Carvalho, advogado sócio e médico anestesiologista
Perspectiva clínica

Everton Carvalho

Sócio · Advogado e Médico
Anestesiologista em atividade · Especialista em Direito Médico
Comissões de Direito Médico e Compliance · OAB/SP

Lê o risco de dentro da prática. Reconhece, na decisão sob pressão e na rotina hospitalar, a vulnerabilidade no instante em que ela nasce, antes de qualquer tradução jurídica.

IV — Por que o Porto & Carvalho

O que sustenta uma defesa à altura da sua carreira.

I

Atuação exclusiva na defesa do médico

Nunca atuamos contra o médico. Não é postura comercial, é convicção. Quem o defende hoje jamais estará do lado contrário amanhã.

II

Perspectiva clínica real

Um sócio médico em atividade integra a defesa. A leitura clínica é parte do diagnóstico jurídico, não um anexo, e nenhum escritório puramente jurídico a replica.

III

Defesa desde a sindicância

Entramos na fase em que o caso ainda está sendo moldado, quando há mais espaço para influenciar o desfecho, em vez de reagir tarde demais.

IV

Proteção do nome

A reputação é o ativo de uma carreira médica. A defesa do nome integra a estratégia, de forma técnica e discreta, dentro e fora do processo.

V

Atuação nacional

Defesa perante o CRM de qualquer estado e o CFM, com atendimento remoto. Você não precisa de um advogado na sua cidade, precisa do advogado certo.

VI

Discrição e previsibilidade

Cada etapa conduzida com método, sigilo e clareza sobre onde o processo está e para onde vai. Sem surpresas, sem ruído.

V — Perguntas frequentes

Respostas diretas para o momento em que você está.

Recebi uma intimação do CRM. O que devo fazer primeiro?
Trate com prioridade. Há prazos para se manifestar e eles começam a correr a partir da ciência da intimação. Antes de responder por conta própria ao Conselho, busque orientação especializada, porque o que se diz no início repercute em todo o processo. Reúna o prontuário e os documentos do caso e fale com um advogado de Direito Médico.
Preciso de advogado já na sindicância ou só depois que o processo for instaurado?
Desde a sindicância. A apuração preliminar é a fase em que o caso é moldado e em que se decide se haverá processo ético-profissional. Uma defesa técnica desde esse momento pode evitar a instauração do PEP ou preparar o melhor terreno para a defesa seguinte. Esperar costuma reduzir as opções.
Meu processo ético-profissional já foi instaurado. Ainda vale procurar vocês?
Sim, e com urgência. Cada fase do PEP tem prazos próprios, e a defesa técnica é decisiva na instrução, no julgamento e no recurso ao CFM. Entrar cedo na sindicância é o ideal, mas uma defesa especializada muda o rumo em qualquer etapa. Reúna o prontuário e os documentos do caso e fale com um advogado de Direito Médico.
Qual a diferença entre sindicância e processo ético-profissional?
A sindicância é a apuração preliminar aberta pelo CRM a partir de uma denúncia: investiga os fatos e decide se há indícios para instaurar o processo. O processo ético-profissional (PEP) é a fase seguinte, com defesa, instrução e julgamento, e possibilidade de recurso ao CFM. São etapas distintas, cada uma com prazos e exigências próprias.
Um processo ético-profissional pode fazer eu perder o registro?
Pode. As penalidades previstas no Código de Ética Médica vão da advertência à suspensão do exercício e, nos casos mais graves, à cassação do registro. Por isso a defesa técnica desde o início é decisiva: a forma como o caso é conduzido influencia diretamente o desfecho.
Vocês atuam em qualquer estado?
Sim. Atuamos em CRMs de todo o Brasil e no CFM, com atendimento remoto. A defesa é conduzida à distância quando necessário, sem que você precise de um advogado na mesma cidade.
O atendimento é sigiloso?
Sim. O contato e tudo o que for tratado são confidenciais, protegidos pelo sigilo profissional entre advogado e cliente.

A defesa da sua carreira começa por uma conversa.

Discreta, direta e sem compromisso. Conte o que está acontecendo e entenda, com clareza, os próximos passos.